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Vereador Robert Ziemann participa de ato cívico de sete de setembro

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Para comemorar este dia, foram hasteadas em frente ao paço municipal nesta manhã, as bandeiras do Brasil, a do Mato Grosso do Sul e também a da cidade de Maracaju, num gesto de respeito e cidadania.

Muitas autoridades estiveram presentes, entre eles, o Prefeito Municipal Dr. Maurílio Ferreira Azambuja, a Primeira Dama Leila Azambuja, a Vice Prefeita e Secretária de Assistência Social Eliane Simões, o vereador Robert Ziemann (nesta ato representando a Câmara Municipal), Vereadores: Thiago Caminha, Sebastião Arguelho e Rodinei da Silva, a Secretária de Educação Sandra Mara Marcondes, Assessor de Gabinete Wanderley Roque, Secretário de Saúde Dr. Cachito, o Tenente Comandante do Corpo de Bombeiros Edmar, Presidente da Assema Jésu Guimarães, entre outros.

Foi prestigiado com muita emoção, o hino do estado, entoado na língua Guarany pelos alunos da Aldeia Sucuri’y, além da apresentação de duas canções, da Banda Musical Dona Fé Fernandes. A primeira dama do município também declamou uma poesia de Gonçalves Dias: “Canção do Exílio”.

 Um pouco da História da Independência do Brasil

Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em nove de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta idéia, pois pretendiam re-colonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.”.

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram à metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembléia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o “cumpra-se”, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem às Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembléia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram às mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou: “Independência ou Morte!”. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de dois milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

 

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